Evento

Jornada de Profissões 2025


A Jornada de Profissões do Colégio Uirapuru se configura como espaço de diálogo, informação e pesquisa, no qual os alunos podem se informar sobre as profissões e os respectivos cursos de seus interesses.

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Encontro de Cientistas 2026
Ciência e comunidade: projetos investigativos para um mundo em mudança O Encontro de Cientistas deste ano visa proporcionar aos alunos a vivência do método científico Mais informações...
Sarau 2026 – 10 anos
No Sarau 2026, música, literatura, teatro, dança e diferentes expressões artísticas se encontram para nos convidar a refletir sobre aquilo que permanece em nós e também sobre aquilo que...
Festival das Letras 2026
O Ensino Fundamental II realiza neste ano o 16º Festival das Letras Saiba...
Festa Junina 2026 celebra cultura caipira e Inezita Barroso
No dia 13/06, o Uirapuru realizou sua Festa Junina, o evento mais tradicional e querido do Colégio Neste ano, o Arraiá terminou mais cedo por conta do primeiro jogo da seleção brasileira na Copa...

Evento

Festa Junina 2025


Aô pessoar do Uirapuru, tá chegando o nosso arraiá!

Vai ter aquelas gostosuras típicas, danças maravilhosas e muita brincadeira!

Já se programem pra festança!

Esperamos todas as famílias da comunidade Uirapuru.

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Berçário

Como e em quanto tempo acontece a adaptação do bebê no Berçário?


A adaptação no Berçário é um momento único para cada bebê. Cada um tem as suas preferências, personalidade e está habituado à rotina e aos hábitos que vêm de casa. Por isso, é difícil estimar quanto tempo a adaptação vai levar.

De acordo com Talita Silva, orientadora educacional do Berçário do Uirapuru, alguns levam um mês e meio, alguns, duas semanas; pode variar muito. Ela explica que cada um tem o seu tempo e ele é sempre respeitado.

Bebês em adaptação no Berçário brincam em ponte de madeira, observados pelo pai e pela berçarista de referência.Bebês durante adaptação do berçário do Uirapuru, com os pais e a berçarista.A profissional ressalta que todos os hábitos, necessidades e características do bebê são mapeados em conversas com a família antes do início na escola.

Essas informações orientam todo acolhimento durante a adaptação, que prioriza o cuidado e o carinho, sempre com muita sensibilidade para entender, aos poucos, os ritmos e a maneira como os bebês se comunicam.

O Berçário não possui um mesmo horário de sono para todos, por exemplo, uma vez que os bebês sentem a necessidade de soneca em momentos diferentes.

Nesse início, a equipe de berçaristas vai reconhecendo os sinais de cansaço que cada um manifesta. Quando a berçarista de referência percebe essas indicações de sono, vai ninar o bebê da maneira como ele está mais acostumado: no colo, depois de mamar, com ou sem chupeta, com naninha etc.

Leia mais: Nova área externa para bebês brincarem no Berçário: um espaço de aprendizado e exploração

 

Adaptação do bebê: gradual e individualizada

No Uirapuru, durante a adaptação, o bebê fica no Berçário por períodos mais curtos. Nesses primeiros dias, ele é acompanhado por apenas uma berçarista, que será a sua referência ali.

Bebê brinca com objeto de madeira colorido, observada por berçarista.Berçarista observa uma bebê e um bebê brincando.

Assim, os primeiros vínculos afetivos e de confiança se estabelecem com ela, com quem o bebê fica da chegada até a hora de ir embora.

Gradativamente, esse laço se fortalece, e o bebê passa a se sentir mais seguro para explorar o ambiente e interagir com os outros bebês e adultos do grupo. Da mesma forma, o tempo de permanência na Berçário também aumenta de forma gradual.

Nosso Berçário conta com uma sala específica para receber e acolher as famílias nesse período. Ali, podem permanecer enquanto sentirem a necessidade de estar disponíveis para o bebê.

Leia mais: Qual a proporção de bebês por berçarista? 

 

 

 

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Ensino Médio

Vape: eletiva do Ensino Médio discute os riscos do cigarro eletrônico para a saúde


Em uma das disciplinas eletivas da 2ª série do Ensino Médio, os alunos têm discutido sobre o funcionamento e os riscos do vape e de outros Dispositivos Móveis para Fumar (DEF), como o alto potencial viciante e as lesões pulmonares gravíssimas que seu uso acarreta.

Esses produtos têm muito apelo entre os adolescentes, e dados do IBGE mostram que seu consumo aumentou entre jovens de 13 a 17 anos. Segundo esses dados, entre alunos de escolas particulares, 18% disseram já ter experimentado o vape. Assim, seu estudo é fundamental como forma de conscientizar os estudantes e prevenir os problemas que esses dispositivos trazem.

Mas o que é “vape”?

Vape, cigarro eletrônico, e-cigarette, pod e mod são alguns dos Dispositivos Eletrônicos para Fumar (DEF). Eles são estilosos e têm formatos divertidos, gostinho de frutas e não deixam cheiro. Surgiram na China em 2003 para ajudar no tratamento do vício em cigarros tradicionais, o que criou a fama equivocada de serem mais inofensivos que eles.

Os cigarros eletrônicos podem ter diversos equipamentos e tecnologias: descartáveis, de uso único, recarregáveis, com refis abertos ou fechados. Os alunos da eletiva aprenderam como é o funcionamento desses dispositivos: um líquido composto por aromatizantes e substâncias químicas tóxicas é aquecido ali dentro e se transforma no vapor inalado por quem fuma.

Em abril de 2024, uma resolução da Anvisa manteve a proibição sobre comercialização, importação, armazenamento, transporte e propaganda dos DEF. Também segue proibido o uso em ambientes coletivos fechados, sejam públicos ou privados. Apesar de tudo isso, o acesso a esses produtos continua sendo muito fácil: uma busca no Google resulta em milhares de opções e sabores com embalagens bonitinhas, com blogs que trazem dicas e informações sobre uso.

Vape faz mal à saúde?

Muito, muito mal. Segundo dados do Instituto do Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca), os dispositivos eletrônicos para fumar não são seguros. Como a produção é proibida, não há uma regulamentação sobre a composição do “juice” ou “e-liquid”. Assim, não é possível saber do que eles são feitos. Na prática, podem conter qualquer coisa, de maconha a metais pesados e substâncias cancerígenas, tudo em quantidades indeterminadas.

Dessa forma, os cigarros eletrônicos podem conter qualquer tipo de substância e ser produzidos sem nenhum critério de higiene. Por esse motivo, são consideravelmente mais tóxicos e prejudiciais do que os cigarros tradicionais. Isso também faz com que sejam mais viciantes e prejudiciais à saúde em períodos de tempo bem mais curtos.

O uso do vape causa lesões pulmonares gravíssimas e muito difíceis de tratar, que podem evoluir para enfisemas, doenças cardiovasculares e câncer. Nos Estados Unidos, essas lesões associadas ao cigarro eletrônico se tornaram uma emergência de saúde em 2019 e receberam uma denominação específica do Centro de Controle de Doenças (CDC): EVALI ou Electronic Vaping Associated Lung Injury.

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Berçário

Berçário Uirapuru: qual a proporção de bebês por berçarista?


No Berçário do Colégio Uirapuru, priorizamos o acolhimento e o olhar atento para as necessidades e as potencialidades de cada bebê. Por isso, a proporção de bebês por adulto não passa de 4/1, mas apenas no momento em que eles se aproximam dos 2 anos.

Três bebês que já andam são acompanhados por berçarista em sala de espelhos.Dos 4 meses até quando começa a engatinhar, o bebê tem uma berçarista quase com exclusividade para ele. A partir do momento em que passam a engatinhar, a proporção é de dois bebês por adulto.

Quando a criança completa 1 ano, temos uma berçarista para acompanhar três bebês. À medida que o período do Berçário se aproxima do final, perto dos 2 anos, são quatro crianças para uma profissional.

Além disso, contamos sempre com uma berçarista volante, que pode acompanhar e apoiar demandas específicas.

No período da adaptação, o bebê é sempre acompanhado com exclusividade por uma berçarista de referência, que sempre vai estar com ele, independentemente de sua idade.

 

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Berçário

Autonomia dos bebês: o que eles fazem no Berçário?


O Berçário do Uirapuru conta com diversos espaços pensados com intencionalidade para despertar a curiosidade, a exploração e a autonomia do bebê. Assim, eles brincam e experimentam a riqueza sensorial do ambiente que os cerca, com segurança e tempo. Sempre com o olhar sensível e atento das berçaristas, que os acompanham em todos os momentos.

Em ambientes seguros, acolhedores e instigantes, os bebês têm liberdade para se movimentar, de acordo com a etapa do desenvolvimento motor de cada um. Seja de bruços, sentados, engatinhando ou arriscando os passos, eles podem descobrir as possibilidades do seu corpo e se arriscar com segurança.

Bebê segura e observa chocalho no gramado no Berçário. Bebê brinca com folhas secas no Berçário. Bebê se equilibra sobre brinquedo de madeira no gramado do Berçário.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Para isso, temos o nosso quintal, com gramado, parque de madeira e tanque de areia, e os espaços internos, com a praça central de brinquedos e as salas de experiência. Para potencializar esse espaço educador, todos os ambientes são preparados com intencionalidade pelas berçaristas, a partir de objetos não estruturados e elementos naturais.

Objetos de madeira, metal, tecido, assim como folhas, gravetos, terra, macarrão, farinhas e água, por exemplo, permitem que o bebê atue sobre eles, modificando suas formas de uso a partir da criação.  Nessas brincadeiras e experiências, eles incorporam a capacidade de agir sobre o entorno e participar dele, com pequenas conquistas que alicerçam a autonomia.

Bebê brinca com colheres na areia do Berçário.Bebês brincam na areia do Berçário com potes e colheres.Bebê sentado na terra aponta graveto para adulto em área verde do Colégio Uirapuru.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ao mesmo tempo, a interação frequente dos bebês com e na natureza promove todos os aspectos do seu desenvolvimento: motor, cognitivo, sensorial e emocional. Também estabelece, desde cedo, uma relação de admiração, respeito e cuidado que é muito importante.

Música em todos os lugares

A música também é uma constante no Berçário. E os bebês interagem ativamente e se expressam através do canto, da dança e da produção de sons com objetos do dia a dia, como panelas, talheres, potes e tábuas. Nesses momentos, eles também exploram instrumentos como chocalhos, pratos, bongô, pandeiro e ukelelê.

A musicalização é muito importante para o desenvolvimento por ampliar essas formas de expressão, uma vez que os ritmos já são parte do cotidiano dos bebês. Afinal, há sons e tons por todos os lados: o canto dos pássaros, o vento, a chuva, os carros, a conversa da família, a voz da mãe, o choro e o riso dos outros bebês.

 

Conheça mais sobre o nosso berçário:

Alimentação

A rotina é dos bebês

Adaptação no Berçário Uirapuru

A socialização dos bebês

Qual a proporção de berçaristas para bebês?

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