Geral

Como a BNCC estrutura o currículo dos segmentos?


A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é o documento oficial do Ministério da Educação que orienta a criação do currículo de cada escola brasileira, a partir de aprendizagens essenciais que todas devem garantir aos estudantes.

Educação Infantil

A BNCC organiza o currículo para bebês de 4 meses a crianças de 5 anos em torno de cinco Campos de Experiência, e não em disciplinas convencionais, como Matemática ou Língua Portuguesa. 

Mas o que são os Campos de experiências?

Cada campo é uma grande área de conhecimento que as crianças devem vivenciar na escola. Os campos ajudam a configurar as experiências que bebês e crianças devem viver para se desenvolver de maneira integral, ou seja, de acordo com suas necessidades físicas, cognitivas, afetivas e sociais. 

Crianças pequenas plantam cenoura em canteiro acompanhadas por adulto em proposta curricular do Uirapuru com base na BNCC
As relações e o cuidado com os pares, com os adultos e com o meio ambiente integram o currículo da Educação Infantil no Uirapuru

Eles se relacionam à noção de identidade, ao cuidado e respeito com o outro e com o ambiente, à expressão por meio da oralidade, da escrita, das artes e do corpo, ao raciocínio matemático e à natureza e suas transformações.

No entanto, os campos não são isolados nem devem ser abordados de maneira fragmentada. Na Educação Infantil, eles são articulados simultaneamente para elaborar propostas que instiguem e desafiem as crianças, além de refletir seus interesses.   

Os campos de experiência da Educação Infantil

        1. O eu, o outro e o nós: promove a construção da identidade, o respeito ao outro, a valorização da diversidade e a convivência social.
        2. Corpo, gestos e movimentos: promove a expressão corporal, o desenvolvimento da psicomotricidade e a percepção do corpo no espaço.
        3. Traços, sons, cores e formas: promove a criação e a expressão por meio da arte, da música e das outras linguagens artísticas.
        4. Escuta, fala, pensamento e imaginação: promove a expressão e a comunicação por meio da linguagem oral, da escuta ativa e do pensamento crítico.
        5. Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações: Aborda noções iniciais de tempo, espaço, matemática e natureza, sempre de forma lúdica e contextualizada.

Leia mais: Estrutura curricular das escolas: o que é a BNCC

 

A BNCC no Ensino Fundamental 

De maneira geral, a BNCC organiza o currículo do Ensino Fundamental em quatro áreas do conhecimento: Linguagens, Matemática, Ciências Humanas e Ciências da Natureza. Elas estão divididas em Anos iniciais (que vão do 1º ao 5º ano), também chamados de Fundamental I, e Anos finais (do 6º ao 9º ano), conhecidos também como Fundamental II.

Essa divisão acontece porque os nove anos da etapa contemplam crianças e adolescentes, cada ano com as suas especificidades.

Crianças do 3ª ano usam régua dobrável para tirar medidas em aula prática de Matemática

Anos iniciais: Fundamental I

Nos primeiros dois anos, as crianças consolidam a leitura e a escrita alfabética e, nos anos seguintes, aprofundam e expandem essas práticas.

Durante os anos iniciais, a criança deve vivenciar experiências e investigações que potencializem e multipliquem sua relação mais ativa com as pessoas, o espaço e o ambiente.

Como a oralidade, a autonomia, a compreensão e a percepção se ampliam, devem ser aplicadas em investigações e pesquisas cada vez mais instigantes e desafiadoras.

 

Adolescentes do 7º ano simulam venda de pirulitos em aula de Matemática para entender o que é fluxo de caixa
Estudantes do 7º ano descobrem o que é fluxo de caixa em um “mercado de doces”

Anos finais: Fundamental II

Os Anos finais correspondem à transição da infância para a adolescência, um período em que os estudantes vivem intensas mudanças físicas, biológicas e emocionais. O início da adolescência reforça a percepção ampliada da própria identidade e a necessidade de pertencer a um grupo.

Esses jovens desenvolvem maior capacidade de raciocínio abstrato, empatia e pensamento crítico. Todos esses elementos são levados pela BNCC, que prevê um currículo com propostas mais complexas e especializadas em todas as áreas do conhecimento, sem perder de vista que é preciso acolher os adolescentes e promover o pertencimento à escola. A Base também exige o aprofundamento e a ressignificação dos conhecimentos anteriores, assim como o estímulo à autonomia, ao protagonismo e à construção de valores éticos.

Ainda segundo o documento, a cultura digital em que esses adolescentes cresceram demanda da escola novas linguagens e modos de comunicação. Ao mesmo tempo, a BNCC prevê que a escola promova o uso crítico, cuidadoso e ético das tecnologias digitais e da internet, combatendo a violência, a superficialidade e a desinformação.

 

A BNCC no Ensino Médio

O Ensino Médio, etapa final da Educação Básica, passou por mudanças significativas nos últimos anos para atender as necessidades dos adolescentes na sociedade contemporânea. A intenção é buscar mais flexibilidade e dinamismo, aproximando o currículo da realidade dos estudantes e dos desafios do mundo atual.

Segundo a BNCC, o currículo do Ensino Médio se estrutura em duas “partes”:

  • Formação geral básica: é formada pelas disciplinas e aprendizagens essenciais que devem ser oferecidas a todos os estudantes. São as disciplinas convencionais. O Colégio Uirapuru considera que as disciplinas de Português, Literatura, Matemática, Química, Física, História, Geografia, Biologia e Filosofia são imprescindíveis para a formação dos estudantes. Por isso, todas são obrigatórias nos três anos do nosso Ensino Médio, no período da manhã. (Pela BNCC, Português e Matemática são as disciplinas que devem ser obrigatórias aos três anos).

  • Itinerários formativos: são conjuntos de disciplinas complementares que cada escola deve elaborar de forma flexível, para que os estudantes escolham de acordo com seus interesses, habilidades e curiosidade. Essas disciplinas devem articular diversas áreas do conhecimento e aprofundar a reflexão e a criticidade dos alunos. No Uirapuru, diversas disciplinas eletivas compõem os itinerários formativos, sempre no período da tarde.

 

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Estrutura curricular das escolas: o que é a BNCC


Você já deve ter ouvido falar da BNCC em alguma reunião ou conversa aqui no Colégio, mas sabe o que significa essa sigla? O que ela determina na educação dos seus filhos? Descubra abaixo o que é a BNCC e como ela orienta a estrutura curricular das escolas no Brasil.

BNCC é a sigla de Base Nacional Comum Curricular, documento oficial do Ministério da Educação que define os direitos de aprendizagem de todos os estudantes brasileiros na educação básica, que vai da Educação Infantil ao Ensino Médio.

Imagem gráfica mostra a estrutura da Base Nacional Comum Curricular em todos os segmentos da Educação BásicaEla se aplica a todas as redes de ensino do país — públicas e privadas — e busca garantir que todos os alunos tenham acesso a uma formação comum essencial e de qualidade, de acordo com as etapas de desenvolvimento e aprendizagem.

Prevista na Constituição de 1988, a Base se consolidou de 2015 a 2017, ano em que foi homologada. Sua elaboração foi democrática e envolveu especialistas em educação de órgãos estaduais e municipais de todo o Brasil, além de contar com ampla contribuição pública de professores, escolas e da sociedade civil.

A BNCC orienta a criação do currículo de todas as escolas, mas ela não é um currículo.

A partir dela, cada escola tem liberdade para estruturar o seu currículo próprio, ou seja, o texto que expressa tudo o que os professores irão desenvolver em cada ano. Nesse texto, a equipe pedagógica detalha planos de aula, práticas, metodologias e recursos que guiam o trabalho dos professores.

Leia mais: Como a BNCC estrutura o currículo dos segmentos?

A estrutura curricular do Uirapuru e a BNCC

Professores do Fundamental II do Uirapuru estruturam currículos de Inglês e Ciências a partir da BNCC

No Uirapuru, a BNCC é uma referência estruturante do currículo, mas também seu ponto de partida

Nosso compromisso é ampliar e aprofundar o que está na Base, de acordo com as especificidades do Colégio e da nossa comunidade. Buscamos criar experiências de aprendizagem significativas e de elevada exigência cognitiva para nossos alunos, respeitando seu tempo de desenvolvimento e suas individualidades.

Assim, na Educação Infantil e no Berçário, as crianças vivem o cotidiano escolar a partir de propostas que contemplam todos os campos de experiência da BNCC, com ludicidade, acolhimento e intencionalidade.

No Ensino Fundamental I e II e no Médio, as competências e habilidades previstas pela BNCC se desenvolvem por meio de propostas práticas que testam e aplicam os conhecimentos das quatro áreas do conhecimento.

Ao longo do ano, os estudantes desenvolvem projetos interdisciplinares e participam de viagens de estudo do meio. Essas práticas relacionam e expandem os conhecimentos de maneira significativa e transformadora para a vida dos alunos.

 

Competências e habilidades na BNCC

No Uirapuru, as professoras e os professores refletem sobre o currículo de forma contínua

A BNCC se baseia no protagonismo dos estudantes para a construção do conhecimento. A Base prevê que eles desenvolvam dez competências gerais ao longo de todos os anos da educação básica (ver abaixo).

O documento define competência como “a mobilização de conhecimentos, habilidades […], atitudes e valores para resolver demandas complexas da vida cotidiana, do exercício da cidadania e do mundo do trabalho”.

Já as habilidades são as aprendizagens essenciais que devem ser garantidas às crianças e aos jovens nos diferentes segmentos escolares.

Clique na primeira imagem abaixo e arraste o carrossel para conhecer as dez competências gerais da educação básica, de acordo com a BNCC:

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Ensino Médio

Colégio Uirapuru em torneio de debates de Harvard


Eles representaram o Brasil – e o Colégio – no mais prestigiado torneio de debates escolares do mundo, realizado no campus da Universidade Harvard, em Cambridge, Massachusetts. 

Além de uma experiência enriquecedora e inesquecível, que viveram entre 02/04 e 07/04, nossos alunos voltaram de lá com a sensação de que atingir o alto nível da competição é uma possibilidade concreta, que pode acontecer em breve.

 

Antonio de Luna Neto, Arthur Gutierrez e Yasmin Wandeplas, estudantes da 2ª série do Médio aqui no Uirapuru, contaram que a expectativa antes da viagem era a de encontrar debatedores e debates em um nível muito acima do deles. Chegando lá, porém, tiveram a surpresa de perceber que o alto nível internacional está ao seu alcance.

“Foi uma experiência sensacional e deu esperança pra gente acreditar que pode conquistar mais, que dá para chegar mais longe do que a gente chegou nesse campeonato. Parecia algo impossível antes, mas agora sabemos que não é”, revela Arthur.

“Foi muito, muito bom. Para melhorar os nossos níveis de debate, conhecer pessoas novas, conhecer estilos diferentes, foi muito mágico”, conta Yasmin. “A gente volta com uma carga de debate diferente da de antes, tanto por ter praticado como pela preparação que tivemos.”

Jovem loira de cabelo preso posa em frente ao prédio da Harvard Law School.

Estudante em frente ao prédio da Harvard Law School.
Yasmin (esq.), Antônio (centro) e Arthur (dir.) em frente a Harvard Law School

Estudante de terno escuro e óculos em frente à Harvard Law School.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Antônio também destaca que integrar o time brasileiro e participar em Harvard geram uma projeção importante, tanto para eles como para o Colégio. 

“A gente fortaleceu a relação com o pessoal do Instituto Brasileiro de Debate (IBD), porque viajou com eles. Nosso nível de debate agora, dentro do Brasil, é muito alto. E participar de um campeonato representando o Brasil também é um feito importante”, completa o estudante. 

Leia mais: Alunos vão competir em torneio de debates de Harvard pela equipe do Brasil

 

Desafios linguísticos e culturais: aprendizados além dos debates

Três alunos do Ensino Médio do Colégio Uirapuru posam abraçados em torneio de debates de HarvardOs alunos do Colégio concordam que um dos principais desafios dos debates em Harvard foi a língua. 

“O campeonato é em Inglês, então tem debates contra equipes canadenses, por exemplo. São pessoas que debatem na língua materna, que conseguem estruturar os argumentos mais facilmente”, explicou Antônio. Apesar dos três terem um nível de Inglês muito bom, essa não é sua língua materna, então o tempo de raciocínio ou de escolha adequada das palavras é maior que o de um nativo. 

Arthur compartilhou outra dificuldade relacionada ao idioma, ao debater com pessoas de outros países, com sotaques diversos e muito acentuados. “Não entender o que a pessoa está falando por causa disso ou porque ela usa expressões que a gente não conhece gera muita frustração.”

Para Yasmin, lidar com a frustração foi outro exercício importante durante o torneio. Ela relatou que, em um debate, a outra equipe era do Canadá e não havia entendido corretamente a proposição, criando uma argumentação inteira “fora do tema”. A equipe brasileira finalizou o debate com a certeza de que havia ganhado, mas o juiz anunciou a vitória para os canadenses – apesar do erro cometido.

“Eu tinha dormido só uma hora nesse dia e fiquei muito frustrada. Comecei a chorar na frente do juiz, com todo mundo ali, não consegui me conter. E esse tipo de reação não é o que se espera”, revelou a estudante. 

Outro aspecto de dificuldade são as diferenças culturais e como elas afetam a comunicação. “Como brasileiros, a gente tem uma maneira de pensar, de ver o mundo, que é muito subjetiva nossa. Então tem coisas que pra gente são muito intuitivas, mas para o outro, não. E é a mesma coisa para as outras equipes”, esclarece Antônio. Ao mesmo tempo, lidar com essas diferenças e criar pontes para o diálogo são alguns dos pontos que fazem a experiência ser tão rica. 

 

Conexões internacionais e trocas culturais

Estudantes do Colégio Uirapuru posam com o time do Brasil, do México e de Ruanda durante o torneio de debates Harvard World Schools 2025.

Apesar de todos os desafios, a participação no torneio proporcionou encontros marcantes com estudantes de diversas partes do mundo, como Marrocos, Gana, Austrália, Portugal, Itália e muitos outros.

Arthur contou que os americanos e canadenses pareciam mais reservados, mas as equipes do México, de Ruanda e da Índia, por exemplo, se aproximaram muito naturalmente para conversar e tirar fotos.

“Eles eram super gente boa, queriam saber sobre os campeonatos no Brasil e a cultura de debate aqui.”

Já Yasmin conheceu e ficou muito próxima de uma estudante de Ruanda.

“Foi uma troca muito legal. Continuo conversando com ela pelo Instagram e é uma amizade que acho que vou levar para a vida”​, declarou a aluna do Uirapuru.

Inspiração para o futuro

Participar do Harvard Schools também aproximou os estudantes do sonho de cursar a graduação na melhor e mais tradicional universidade americana.

Os três estudantes do Colégio Uirapuru com o grupo que representou o Brasil em torneio de debates de Harvard
Arthur, Yasmin e Antônio com os integrantes da seleção brasileira

“Eu tinha uma visão de que Harvard era uma coisa impossível, inalcançável. Então, estar lá, pisando as graminhas verdes de Harvard, mudou um pouco isso”, revelou Yasmin Wandeplas. “Eu quero fazer Direito e conheci o prédio da Harvard Law School, que é simplesmente lindo, gigante. Dá uma vontade de estar todos os dias naquele campus.” 

Arthur e Antonio desejam cursar Engenharia e já tinham a intenção de fazer faculdade nos Estados Unidos, onde os cursos nessa área são referência. 

Para Antonio, viver essa experiência aumentou sua motivação. “Você vê pessoas do Brasil que eram debatedoras e que conseguiram, então pensa: ‘um dia eu quero estudar aí também e acho que posso conseguir”. 

Arthur também se sente mais motivado a buscar esse sonho. “Agora eu já vi como é, né? Basicamente é uma visão do futuro, você vê como seria estudar em um lugar como aquele, ter aquela rotina, e já não parece tão distante assim.”

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Lista de material 2025


Janeiro é mês de férias, mas também de organizar o material escolar! Quem aí adora o cheirinho de cadernos, livros e lápis novos, e de colocar nome e etiquetas em todo o material?

As listas de material 2025 estão disponíveis na página de cada segmento no site do Colégio, mas, para facilitar a organização das famílias do Uirapuru neste início de ano, reunimos todas elas abaixo; é só baixar.

Saiba mais: Acesse aqui o calendário escolar 2025!

No topo de cada lista, você encontra a data da primeira reunião de pais do ano e o dia de início das aulas. E lembramos que os livros literários em Inglês podem ser adquiridos na livraria ou e-commerce de preferência da família, mas temos parceria com a Sur Livros para facilitar a busca pelos títulos (por serem importados, o prazo de entrega pode variar de 40 a 90 dias).

 

Uirapuru Bebê e Educação Infantil

Infantil 2

Infantil 3

Infantil 4

Infantil 5

 

Ensino Fundamental I

1º ano

2º ano

3º ano

4º ano

5º ano

 

Ensino Fundamental II

6º ano

7º ano

8º ano

9º ano

 

Ensino Médio

1ª série

2ª série

3ª série

 

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Calendário escolar 2025


Se “mais organização” está na sua lista de resoluções de ano novo, o Colégio quer ajudar a concretizá-la! Para isso, reunimos abaixo os calendários escolares 2025 de todos os segmentos do Uirapuru para baixar e compartilhar.

Saiba mais: Já baixou a lista de material 2025? Confira aqui

O calendário escolar contém todas as datas importantes do Colégio, como reuniões de pais, quando começam e terminam as aulas, eventos importantes, viagens de estudo do meio, dias de provas, feriados e emendas etc. 

Assim, as famílias podem ter acesso rápido a essas informações e anotá-las na agenda para se planejar com tranquilidade ao longo do ano.

 

UIRAPURU BEBÊ

Berçário

Infantil 2 e 3

 

EDUCAÇÃO INFANTIL

Infantil 4 e 5

 

FUNDAMENTAL I

1º ano

2º ao 5º ano

 

FUNDAMENTAL II

6º ao 9º ano

 

ENSINO MÉDIO

1ª e 2ª séries

3ª série

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Uirapuru: qual é a origem e o significado do nome do Colégio?


Ao longo de mais de 35 anos, a palavra “uirapuru” passou a ser, em Sorocaba, uma referência quase imediata ao nosso Colégio, consolidado como nome de excelência em educação na cidade. Localmente, essa referência se soma aos diversos significados do “uirapuru”, o pássaro amazônico tão conhecido e inspirador por seu canto raro, belo e mítico.

Assim, o nome do Colégio celebra tanto essa ave brasileira tão simbólica quanto a diversidade de narrativas ancestrais e originárias que ela inspirou. 

Imagem do uirapuru-de-garganta-preta apoiado em galho de árvore, com o verde das folhas ao fundo.
O uirapuru-de-garganta-preta é o sentinela da Amazônia

Mas como foi a escolha de “uirapuru” para o nome do Colégio?

Tudo começou antes da fundação do Colégio em 1989, quando o professor Arthur Fonseca Filho buscava um nome que refletisse a identidade brasileira da escola, de forma clara e poética, assim como sua proposta de ensino.

O fundador relembra ainda que não desejava que a escola tivesse o nome de uma pessoa. Foi quando se deu conta de que,  bem próximo ao local onde o Colégio seria construído, em Sorocaba, havia um loteamento chamado Jardim Uirapuru, parte do que hoje é o Jardim Pagliato. 

O nome do pássaro de canto bonito se adequava perfeitamente à sua concepção do que desejava para a nova escola. “A beleza e a sonoridade da palavra, a raridade do canto, e a humanidade despertada pelas narrativa indígenas são elementos que condizem com o nosso princípio e nossos valores educacionais desde o início”, explica o professor Arthur.

Leia mais: História do Colégio Uirapuru: 35 anos de educação de qualidade em Sorocaba

 

Qual é o significado de “uirapuru”?

Ilustração do uirapuru-de-chapéu-azul feito por Laurabeatriz no livro "Passarinhos do Brasil, poemas que voam".
O uirapuru-de-chapéu-azul, ilustrado por Laurabeatriz para o livro Passarinhos do Brasil: poemas que voam

A palavra “uirapuru” tem origem indígena e carrega diversos significados.

Em nheengatu, a “língua geral” amplamente falada no país até o século XIX (uma fusão entre português e línguas tupi-guarani), o termo significa “pássaro emprestado” ou “pássaro ornado”.

Esses dois significados refletem a ideia de que seu canto é tão belo que parece emprestado de outras criaturas ou adornado por divindades.

Já em tupi-guarani, “uirapuru” quer dizer algo como “pássaro que não é pássaro”, sugerindo que ele transcende a categoria convencional por sua natureza única e mística, que o diferencia das outras aves.

 

 

O canto do uirapuru

Ilustração de Berje para o livro "O uirapuru", da autora Januária Alves.
Ilustração do livro O uirapuru e outros animais incríveis, da autora Januária Cristina Alves (Ed. FTD).

O canto do nosso passarinho preferido é uma de suas características mais marcantes. Sua cantoria acontece por um curto período, de apenas 15 a 20 dias por ano, quando os machos constroem os ninhos antes do acasalamento. Ao longo dessas cerca de duas semanas, ele pode cantar até 15 minutos, duas vezes por dia, no amanhecer e no anoitecer.

Além disso, a dificuldade de observá-lo compõe a mística e o mistério desse “pássaro encantado”. Seu canto também lembra o som de uma flauta e, para completar, o uirapuru é capaz de imitar diversos sons da floresta, com melodias complexas.

Seu canto é frequentemente associado à chegada da primavera e ao renascimento da natureza. Ao mesmo tempo, a tradição conta que os outros pássaros silenciam quando ouvem o uirapuru cantar (o que se deve ao fato de que seu som é o mais alto).

Um estudo recente demonstrou que o uirapuru-de-garganta-preta canta também para alertar aves de outras famílias, quando percebe a presença de pássaros predadores. Por produzir esse alarme, os cientistas passaram a chamar o uirapuru de “sentinela da Amazônia”.

 

A lenda do uirapuru

Existem várias lendas e narrativas sobre o pássaro, com origem nas tradições indígenas dos estados brasileiros do Amazonas, Pará e Maranhão. Uma das mais populares é a história de um jovem guerreiro que se apaixonou pela esposa do cacique de sua tribo. Como esse amor era impossível, ele recorreu a Tupã, o deus dos trovões e das tempestades, e pediu para virar um pássaro de canto bonito.

Assim, Tupã é tocado pela pureza do sentimento do rapaz e atende ao seu pedido, transformando-o no uirapuru. Desde então, o pássaro é símbolo de amor verdadeiro, boa sorte e superação de obstáculos, inspirando todos que ouvem sua melodia.

Como parte da comemoração de 35 anos do Colégio, nossa equipe de Música apresentou essa versão da lenda para as turmas da Educação Infantil, no dia do aniversário do Uirapuru, 23/02. As crianças assistiram à peça musicada no nosso Auditório e conheceram um pouco mais sobre o pássaro que dá nome à escola. Vejam aqui como foi:

 

Leia mais: Colégio Uirapuru celebra 35 anos de excelência educacional e laços duradouros

 

Heitor Villa-Lobos e o Uirapuru

Devido à sua fama de músico da floresta, o uirapuru também ganhou uma homenagem de outro grande destaque da música do nosso país. O compositor Heitor Villa-Lobos compôs o poema sinfônico “Uirapuru”, em 1917, depois de uma viagem à Amazônia.

Villa-Lobos escreveu a peça para acompanhar óperas e balés, e ela se tornou uma das obras mais célebres da música clássica brasileira. Sua primeira apresentação aconteceu na estreia do balé de mesmo nome, no Teatro Colón, em Buenos Aires.

 

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