O UiraMUN é o Model United Nations ou modelo de simulação da ONU (Organização das Nações Unidas) do Colégio, que já está em sua 8ª edição. Neste ano, o evento contou mais uma vez com a participação engajada dos alunos do Ensino Médio, que tiveram a oportunidade de vivenciar a diplomacia e o debate internacional de forma prática e envolvente.
Simulação da ONU no UiraMUN 2024
A abertura, realizada na sexta-feira, 13/09, teve a participação especial do Prof. Dr. Rui Badaró. Doutor em Direito Internacional e conselheiro na Sociedade Brasileira de Direito Internacional, ele também é um membro querido da comunidade Uirapuru.
Durante o bate-papo, ele trouxe um panorama sobre a história das Organizações Internacionais e da Governança Global, da época de Napoleão aos desafios atuais da diplomacia.
No sábado, 14/09, os alunos assumiram seus papéis como diplomatas. Representando 48 países, nossos delegados participaram de três comitês temáticos, nos quais discutiram questões globais de alta relevância:
No Conselho de Segurança, o foco foi a situação atual do Haiti. Os delegados analisaram e debateram as crises do país, e buscaram possíveis soluções para a estabilidade haitiana.
A Assembleia Geral abordou os direitos humanos do grupo étnico Rohingya, em Mianmar, que é alvo de perseguições, migração forçada e limpeza étnica.
Já no Comitê Histórico, os alunos se transportaram para o período pós-Primeira Guerra Mundial. Ali, analisaram as consequências das punições aplicadas aos países da Tríplice Aliança e criaram outras punições, hipotéticas, para eles.
O UiraMUN é um evento muito importante no Colégio, em que os alunos têm a oportunidade de consolidar seus conhecimentos de forma significativa. Ao longo de dois dias, eles desenvolvem habilidades de comunicação, pesquisa e negociação, além de exercitar uma crítica ampla sobre temas globais.
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Alunas do Uirapuru brilham no 1º Yale MUN Latam em São Paulo
De 16 a 18 de agosto de 2024, cinco alunas do Colégio Uirapuru tiveram uma experiência internacional única ao participar do 1st Yale Model United Nations Latin America (Yale MUN Latam), realizado em São Paulo. O evento é uma versão do prestigiado Yale Model United Nations, uma simulação da ONU (Organização das Nações Unidas) organizada por estudantes da Yale University.
Tradicionalmente realizada no campus de Yale, em New Haven (Connecticut, EUA), a conferência reúne anualmente jovens do Ensino Médio do mundo inteiro para debater e encontrar soluções para conflitos globais, a partir da diplomacia. Um dos mais tradicionais desse tipo, o evento de Yale vai realizar sua 51ª edição em janeiro de 2025. Em 2024, pela primeira vez, o Yale MUN foi realizado na América Latina, ampliando o acesso e a visibilidade para estudantes da região. O evento reuniu mais de 600 estudantes de 5 países da região.
Acompanhadas pela professora Aline de Aquino, de Geografia, nossas alunas atuaram como delegadas, representando diferentes países e comitês. Elas demonstraram articulação, preparo e sólido conhecimento nas negociações, que são lideradas por estudantes de graduação de Yale e envolvem temas complexos, como direitos humanos, segurança global, economia e meio ambiente.
O que é um Model United Nations (MUN)?
Letícia recebeu a Menção Honrosa pela participação de destaque no comitê do FMI.
Os eventos do tipo Model United Nations (MUN) são simulações de comitês e assembleias da ONU. Nessas reuniões, os estudantes assumem o papel de diplomatas e representam os interesses de diferentes países em debates atuais, que buscam promover e proteger os direitos humanos, evitar crimes de guerra e fortalecer a colaboração entre os países.
Promovido pelo Colégio há 8 anos, o nosso UiraMUN é um exemplo desse tipo de evento, que terá sua 8ª edição em 2024. Ano a ano, mais alunos se engajam com a organização e os temas debatidos ao longo de dois dias.
No UiraMUN, os alunos são desafiados a pôr em prática habilidades de comunicação, pesquisa e liderança, além de exercitar o pensamento crítico e o diálogo, ao propor soluções para problemas internacionais.
As delegadas do Uirapuru fizeram bonito e trouxeram muito orgulho para a nossa escola. Letícia Bastos, da 2ª série, foi reconhecida com uma Menção Honrosa por sua atuação no comitê do Fundo Monetário Internacional (FMI), representando a França em discussões sobre financiamento de sistemas de saúde. As alunas Luísa Harue e Antonella Leme, da 3ª série, também participaram do comitê do FMI, representando, respectivamente, o Paquistão e Serra Leoa, e contribuíram de maneira notável para o debate.
As delegadas Lívia e Yasmin no comitê Social, Humanitário e Cultural
Já as estudantes Lívia Martins e Yasmin Otofuji, também da 3ª série, participaram do comitê Social, Humanitário e Cultural (SOCHUM), representando a Suécia em discussões sobre a fuga de cérebros de países em desenvolvimento – uma questão vital para o crescimento econômico e social de muitas regiões.
Esses eventos incentivam o compromisso com o conhecimento e a cidadania global, permitindo que os jovens desenvolvam uma compreensão mais profunda das questões que moldam o mundo atual e a importância de uma postura diplomática e de cooperação. Parabenizamos nossas alunas pelo excelente desempenho, pela dedicação e engajamento no Yale MUN Latam.
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Vape: eletiva do Ensino Médio discute os riscos do cigarro eletrônico para a saúde
Em uma das disciplinas eletivas da 2ª série do Ensino Médio, os alunos têm discutido sobre o funcionamento e os riscos do vape e de outros Dispositivos Móveis para Fumar (DEF), como o alto potencial viciante e as lesões pulmonares gravíssimas que seu uso acarreta.
Esses produtos têm muito apelo entre os adolescentes, e dados do IBGE mostram que seu consumo aumentou entre jovens de 13 a 17 anos. Segundo esses dados, entre alunos de escolas particulares, 18% disseram já ter experimentado o vape. Assim, seu estudo é fundamental como forma de conscientizar os estudantes e prevenir os problemas que esses dispositivos trazem.
Mas o que é “vape”?
Vape, cigarro eletrônico, e-cigarette, pod e mod são alguns dos Dispositivos Eletrônicos para Fumar (DEF). Eles são estilosos e têm formatos divertidos, gostinho de frutas e não deixam cheiro. Surgiram na China em 2003 para ajudar no tratamento do vício em cigarros tradicionais, o que criou a fama equivocada de serem mais inofensivos que eles.
Os cigarros eletrônicos podem ter diversos equipamentos e tecnologias: descartáveis, de uso único, recarregáveis, com refis abertos ou fechados. Os alunos da eletiva aprenderam como é o funcionamento desses dispositivos: um líquido composto por aromatizantes e substâncias químicas tóxicas é aquecido ali dentro e se transforma no vapor inalado por quem fuma.
Em abril de 2024, uma resolução da Anvisa manteve a proibição sobre comercialização, importação, armazenamento, transporte e propaganda dos DEF. Também segue proibido o uso em ambientes coletivos fechados, sejam públicos ou privados. Apesar de tudo isso, o acesso a esses produtos continua sendo muito fácil: uma busca no Google resulta em milhares de opções e sabores com embalagens bonitinhas, com blogs que trazem dicas e informações sobre uso.
Vape faz mal à saúde?
Muito, muito mal. Segundo dados do Instituto do Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca), os dispositivos eletrônicos para fumar não são seguros. Como a produção é proibida, não há uma regulamentação sobre a composição do “juice” ou “e-liquid”. Assim, não é possível saber do que eles são feitos. Na prática, podem conter qualquer coisa, de maconha a metais pesados e substâncias cancerígenas, tudo em quantidades indeterminadas.
Dessa forma, os cigarros eletrônicos podem conter qualquer tipo de substância e ser produzidos sem nenhum critério de higiene. Por esse motivo, são consideravelmente mais tóxicos e prejudiciais do que os cigarros tradicionais. Isso também faz com que sejam mais viciantes e prejudiciais à saúde em períodos de tempo bem mais curtos.
O uso do vape causa lesões pulmonares gravíssimas e muito difíceis de tratar, que podem evoluir para enfisemas, doenças cardiovasculares e câncer. Nos Estados Unidos, essas lesões associadas ao cigarro eletrônico se tornaram uma emergência de saúde em 2019 e receberam uma denominação específica do Centro de Controle de Doenças (CDC): EVALI ou Electronic Vaping Associated Lung Injury.
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Alunos do Ensino Médio se destacam em torneio de debate competitivo da USP
Em um dos encontros da eletiva de Debates, da 1ª série do Ensino Médio, sempre às quintas-feiras, os alunos observavam a explicação do professor sobre diferentes técnicas e estruturas de argumentação. As dúvidas, que acompanhavam as mãos levantadas, eram quase todas relacionadas ao USP Schools, torneio de debate competitivo entre escolas organizado pela Sociedade de Debates da USP, que aconteceu no início de abril.
Delegação de debate competitivo do Uirapuru com o estandarte do grupo.
O USP Schools é disputado por equipes escolares de todo o país, como uma Copa do Brasil dos debates. Realizado no formato on-line, o torneio classifica as equipes no esquema mata-mata e, apesar do jogo duro, as equipes do Colégio conseguiram 1º e 2º lugares na categoria Novice (nível iniciante), e um 8º lugar na Open (nível avançado).
A Sociedade de Debates Uirapuru, grupo formado por alunos de todo o Ensino Médio do Colégio, se classificou como a 2ª melhor delegação do torneio. Além disso, tivemos dois debatedores entre os 25 melhores do campeonato.
Mesmo sem nenhuma bola rolando, aqui as semelhanças com o futebol não são mera coincidência. O debate competitivo é um esporte intelectual, em que o bate-bola acontece entre equipes que argumentam contra ou a favor de um tópico surpresa, diante de um juiz.
A prática dessa modalidade esportiva exercita habilidades como comunicação, diálogo, organização e persuasão, entre outras. Para participar de um torneio, não basta só contar com talento ou com gol nos acréscimos.
A preparação para o USP Schools foi tão intensa quanto nos Centros de Treinamento por aí. Para começar, os alunos da eletiva conhecem os conceitos básicos do debate competitivo, assim como as táticas e estratégias para uma boa argumentação.
E, quinzenalmente, a Sociedade de Debates Uirapuru, grupo formado por alunos de todo o Ensino Médio do Colégio, entra em campo para colocar em prática os temas discutidos na eletiva. Todas essas etapas são capitaneadas pelo “treinador”, o professor Eduardo Ruz Torres.
Campeã na categoria Novice, a aluna Gabriela Maia, da 3ª série, afirma: “Nossa preparação foi bem intensa. Desde o início do ano, quando as aulas começaram, participamos da Sociedade para aprimorar as técnicas, treinar o discurso e pesquisar sobre vários assuntos. Acompanhamos o Instituto Brasileiro de Debates desde o ano passado, então estávamos bem empenhados e animados para o torneio”.
Na marca do pênalti: argumentar e chutar bem
Para marcar o gol em um debate, é necessário argumentar e convencer a banca de juízes sobre a moção, que é o tema discutido pelas equipes. Nas categorias Novice e Open do torneio da USP, as moções podem ser reveladas com alguns dias de antecedência ou minutos antes do início da competição.
As equipes também só descobrem se irão defender ou se opor à moção logo antes do início do debate. A partir daí, elas têm 15 minutos para pesquisar e organizar sua argumentação, de acordo com as técnicas praticadas na escola.
“Eu e minha equipe pensamos nas diferentes áreas que tal tema abrangia, e assim ‘desmontamos’ a moção em palavras-chave. Então, criamos nossos argumentos em cima delas, tentando prever quais seriam os pontos de maior discussão para nos fortalecer. Além disso, o conhecimento prévio que tínhamos foi essencial para a criação e base da nossa argumentação. E a grande maioria desse conhecimento veio das aulas no Uirapuru”, pondera a aluna Lívia Martins da Silva, também campeã na competição.
As moções debatidas pelo pessoal do Uirapuru foram dignas de Fla-Flu no Maracanã lotado. Os temas incluíram desde os riscos e benefícios da inteligência artificial em nossa sociedade até pautas sobre biologia, política e filosofia.
Sobre a dificuldade das moções, o aluno Manassés Martins, também campeão na categoria Novice, afirma: “A mais complexa que nós encaramos foi a moção sobre o livre comércio entre Mercosul e União Europeia. Acredito que seja porque utiliza uma gama de conhecimentos muito grande, seja de geopolítica, história e ainda uma boa articulação com informações que nós mesmos pesquisamos”.
Na ponta da tabela
Um dos destaques da atuação do Colégio no USP Schools foi o craque Murilo de Oliveira, classificado como o 8º melhor debatedor entre os iniciantes.
Na categoria Novice, o 1º lugar foi para a equipe de Lívia Martins da Silva, Manassés Martins e Gabriela Maia. A 2ª posição ficou com Marisa Luisa Lourenço, Marcos Paulo Mestiço e Murilo de Oliveira. Na categoria Open, o 8º lugar foi para a equipe dos alunos Antônio Neto, João Trevisano, Arthur Gutierrez, Isabely Machado e Vitor Bertolai.
Com o resultado positivo nos debates da USP Schools, primeira competição do calendário de 2024, as equipes do Uirapuru seguem como favoritas para os próximos desafios. E mesmo que o ditado diga que não se deve mexer no time que está ganhando, o pessoal do terceirão deixará algumas cadeiras vagas na Sociedade de Debates, no próximo semestre, por conta dos estudos para os vestibulares.
Fica o recado para quem gosta daquela resenha sobre esportes: para ser campeão é só vestir a camisa e entrar em jogo. Bora debater?
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A Feira é mais um instrumento do Colégio para ajudar os estudantes, especialmente os do Médio, a definir suas opções de carreira e os locais onde podem cursar a graduação, a partir de informações de qualidade.
O evento também tem o objetivo de ajudar os jovens com o Projeto de Vida, que é desenvolvido ao longo do Ensino Médio com a Orientação Educacional, para alinhar os objetivos pessoais e escolhas acadêmicas e profissionais de cada um.
Uma amostra das universidades para o Ensino Médio da escola
Representante da Facens mostra protótipo de avião construído por alunos da graduação
Cada universidade trouxe informações sobre seus cursos, o perfil de cada uma, seus diferenciais acadêmicos e as perspectivas de carreira de cada carreira.
Também expuseram produções de seus alunos, como o protótipo de avião construído na Facens, e materiais de uso frequente, como o modelo de corpo humano da Medicina da PUC-SP.
Os alunos compareceram em peso, inclusive do 8º e do 9º anos, e conversaram com os representantes das universidades, tiraram dúvidas sobre os processos de seleção e as especificidades de cada curso.
A partir de 2024, a Feira das Universidades será mais ampla e integrará a programação da nossa tradicional Jornada de Profissões, que já traz profissionais de diversos campos de atuação para conversar com os estudantes.
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Bolsa integral no Ensino Médio para jovens talentos
Você conhece o Ismart? O Instituto oferece bolsas de estudo a adolescentes de baixa renda e com alto desempenho acadêmico para estudar em escolas particulares de excelência, como o Uirapuru, em Sorocaba, e o Bandeirantes e o Dante, em São Paulo
Aluno da 2ª série, selecionado pelo Ismart para cursar o Médio com bolsa integral, em aula no laboratório de Física do Uirapuru
Todos os anos, desde 2010, o Colégio recebe novos alunos do programa Ismart na 1ª série do Ensino Médio, para cursar essa última etapa da educação básica. E, todos os anos, um novo grupo desses jovens se forma na 3ª série.
No ano passado, entre os 53 aprovados do Colégio no vestibular 2022, nove são do Ismart, num total de 12 alunos do Ismart formandos da 3ª série do Médio. Eles passaram em cursos como administração pública na Fundação Getúlio Vargas e na Unicamp, engenharia de bioprocessos e biotecnologia na Unesp e na Federal do Paraná (UFPR), física médica na USP e engenharia mecânica na Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
“Hoje só fica mais claro o quanto o Ismart foi importante na minha vida. Eu pude entrar no Uirapuru, que é um lugar que me acolheu e que me ensinou muito do que eu sei – não só de conteúdos, mas de valores humanos e de visão de mundo. Isso me proporcionou entrar na USP e fazer o curso que eu queria em uma das melhores universidades do Brasil.”
Giulia Yokomizo, ex-aluna Ismart do Uirapuru, graduada e mestranda em Letras pela USP
O que é o Ismart?
O Instituto Social para Motivar, Apoiar e Reconhecer Talentos (Ismart), criado em 1999, é uma instituição privada e sem fins lucrativos que atua em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, São José dos Campos e Cotia, além de Sorocaba.
Com 3 mil alunos ativos em 2023, o Ismart contempla jovens talentos com alto desempenho acadêmico e de baixa renda com bolsas em escolas particulares de excelência, como o Uirapuru, aqui em Sorocaba, o Bandeirantes, a Móbile, o Dante Alighieri e o Rio Branco, em São Paulo.
Como concorrer às bolsas Ismart para o Ensino Médio?
Podem se candidatar à bolsa alunos que estejam matriculados no 9º ano do Fundamental com renda familiar de até dois salários mínimos por pessoa, que residam em uma das cidades atendidas.
O processo seletivo tem cinco etapas, que se estendem ao longo de um ano e incluem: inscrição, prova digital, avaliação socioeconômica, desafio em grupo, entrevista familiar e entrevista individual.
“Pelos relatos que eu tinha, achava que o processo seletivo do Ismart era muito difícil, que não ia conseguir. E foi muito legal não só porque eu passei e consegui, mas pelo processo mesmo, que me ajudou a entender que eu não sabia estudar, inclusive. Eu aprendi a estudar, a pesquisar e me organizar ao longo da seleção.”
Vito Pinheiro, aluno da 1ª série do Médio do Uirapuru
Contemplados com a bolsa do Ismart no Uirapuru
A parceria do Colégio com o Ismart começou em 2010 e, desde então, 128 alunos já foram selecionados para cursar o Ensino Médio com bolsa aqui. Neste ano, são 32 estudantes, divididos entre as três séries do Médio, sendo que nove começaram em fevereiro na 1ª série.
Vito Pinheiro é um dos ingressantes de 2023 e relata que está se adaptando à nova realidade de ensino e de estrutura oferecidos pelo Colégio. De acordo com ele, o maior desafio é o volume de conteúdo, que é intenso e com muito mais tarefas de casa, por exemplo.
“A equipe da escola ajuda bastante, sempre está em cima dos alunos, acompanhando. Isso eu acho impressionante: mesmo com tantos alunos aqui, eles sempre estão olhando todo mundo, conseguem dar a devida atenção a cada um. Essa é uma coisa que eu gosto bastante daqui, dessa atenção que a escola dá para cada aluno, individualmente, não só no coletivo.”
Vito Pinheiro
Além dos valores integrais de matrícula e mensalidade, a bolsa do Ismart cobre despesas de transporte, alimentação, material escolar e uniforme dos alunos durante os três anos do Ensino Médio.
Ex-aluna do Uirapuru, Giulia Yokomizo, de 23 anos, entrou no Colégio em 2014, depois de ser selecionada pelo Ismart para receber a bolsa de estudos no Ensino Médio. Ao final da 3ª série, foi aprovada no curso e na universidade que queria: Letras na USP. Ela concluiu a graduação em 2022 e, em seguida, foi aprovada no mestrado em Linguística e Educação, também na Universidade de São Paulo. Além de mestranda, hoje ela é corretora de redações no Ensino Médio do Uirapuru.
De acordo com Giulia, o programa proporcionou a ela uma trajetória que não viveria – ou que teria muito mais dificuldade para viver – sem ter passado pelo Ensino Médio no Colégio.
“Como todos os alunos do Ismart, eu vim de um contexto de escola pública, não teria a oportunidade de ter acesso a uma educação que me ajudasse a mudar de vida. Não só a minha vida, mas a vida da minha família. É uma riqueza muito grande ajudar a minha família a ter uma vida melhor e devolver um pouco de tudo que eles sempre fizeram por mim, assim como voltar agora ao Uirapuru e poder retribuir de alguma forma.”
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